Volto ao tratar desse tema, mas com desprazer. É chato falar sobre algo já dito. Fica parecendo a mesma coisa que eu relatei neste espaço entre março e abril sobre a aventura de um leitor. Mas não é. Porque há necessidade de voltar a tocar no assunto. Os buracos em Maceió.
Hoje o quadro é ainda pior. São tantos que se tornam irritantemente incontáveis em nossa vida. Os que existiam foram tapados. Mas parece que se procriaram e voltaram maiores e em maior quantidade.
Nas outras capitais não é assim. É preciso que o prefeito Rui Palmeira circule mais pelas ruas da cidade, perceba que algo está muito errado e determine uma solução.
Afinal de contas, o dinheiro da “viúva” deve ser mais bem aplicado e não jogado fora como está parecendo.
Em Alagoas surgem poucas lideranças políticas. Aliás, há necessidade disso, pois os nossos políticos mais importantes na atualidade estão na terceira idade. Ser prefeito da capital de Alagoas é uma oportunidade imensa pra estar entre os maiores do seu tempo.
Ao deixar Maceió tomada por um mundo de buracos Rui Palmeira está jogando o tapete vermelho, ou melhor, o tapete sem asfalto para o retorno do ex-prefeito Cícero Almeida.
E, justiça seja feita, Mozart Amaral, ex-secretário de Infrestrutura, tinha muito cuidado com essa questão por determinação do prefeito da época.
A questão atual está insuportável. Todos criticam. A panela de pressão só esquenta na saúde, educação e infraestrutura.
É preciso uma cirurgia definitiva, prioridade e determinação para que os secretários ajam. Ainda há tempo. Mas o tapete começa a ser estendido para Cícero Almeida.
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