Com todos os aliados e principais assessores comemorando os últimos números da pesquisa Data Folha divulgados nesta quarta-feira (2), a presidente Dilma Rousseff (PT) entregou quase seis mil moradias em 10 cidades de sete estados, além do Distrito Federal, referentes a terceira etapa do programa Minha Casa Minha Vida.

Ela cresceu, passando de 34% para 38% nas intenções de voto. Aécio Neves, dentro da margem de erro que é dois pontos para mais ou para menos, subiu de 19% para 20%. Eduardo Campos conseguiu se afastar – subindo de 7% para 9% - do empate com o Pastor Everaldo Pereira (PSC), congelado com 4%.

2.587 leitores foram ouvidos em 177 municípios. Os dados do Data Folha são semelhantes ao revelados pelo Ibope há menos de duas semanas: Dilma 39%, Aécio 21% e Eduardo 10%.

Analistas acreditam que o sucesso da Copa, ou a não existência dos problemas anunciados pela imprensa que previam o fracasso, o caos, tenham influenciado positivamente, como mostra análise da pesquisa Data Folha.

O número de eleitores favoráveis à Copa subiu de 51% para 63% e o orgulho com a realização do evento pulou de 45% para 60%. 76% condenaram os xingamentos sofridos pela presidente no jogo de abertura, em São Paulo.

Uma pena que o sucesso ou fracasso dos jogos possam influenciar tão poderosamente numa eleição. Seguindo esse raciocínio, caso o Brasil conquiste o título ou saia honrosamente com muita emoção, o PT deve ganhar no primeiro turno.

É que existe a emoção momentânea, o sucesso e elogios por ser uma das melhores Copas da história e ainda a máquina governamental com inaugurações, ações e exposição diária do governo na imprensa e na propaganda eleitoral gratuita.

A não ser que algo extraordinário ocorra. Em política tudo é possível.

 

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