Em virtude de um texto publicado neste blog no dia 20 de setembro, com o título “ Ex-presidentes da Assembleia, Celso e Albuquerque, iniciam enfrentamento”, - que você pode ler ou reler no link http://cadaminuto.com.br/noticia/226286/2013/09/20/ex-presidentes-da-assembleia-celso-e-albuquerque-iniciam-enfrentamento - recebo, da parte do deputado estadual Antônio Albuquerque, solicitação de publicação de um texto em que ele emite as suas próprias opiniões.
Leia , abaixo, o texto encaminhado pelo parlamentar:
O “coronel” decadente, a agressão e a ilegalidade
Ao estilo dos decadentes ”coronéis” do Sertão, que tanto atraso e violência produziram ao longo dos tempos, o atual prefeito de Canapi, ao tomar conhecimento de minha presença na região, numa reunião democrática e transparente, realizada em ambiente público e na companhia de reconhecidos líderes sertanejos, como o prefeito de Mata Grande, Jacob Brandão, e seu pai, Hélio Brandão, resolveu cometer dois graves atos: um de violência e truculência contra mim e outro de ilegalidade e de afronta às instituições à Canapi e ao povo.
O prefeito Celso Luiz , ao me agredir, resolveu misturar o público com o privado: utilizou a página oficial do município no Facebook (www.facebook.com/pre.decanapi/posts/209505655892079), um poderoso instrumento de comunicação dos novos tempos, que deveria estar a serviço do interesse público, para cometer abuso de poder e, ao mesmo tempo, agredir-me, através de nota oficial e termos que não condizem a um chefe de municipalidade.
Esse episódio deve suscitar o interesse dos órgãos de fiscalização, inclusive do Ministério Público Eleitoral, porque o prefeito de Canapi utiliza instrumentos pertencentes à cidade para fazer campanha eleitoral e trombetear supostas vantagens eleitoreiras. A virulência das palavras proferidas jamais me intimidará.
Continuarei a Visitar o Alto Sertão alagoano e qualquer outra localidade do meu Estado, na condição de cidadão ou de parlamentar, sobretudo atendendo a convites gentis e sinceros de lideranças políticas e comunitárias, que graças a Deus, são frequentes e honrosos. A reação do prefeito foi ato desproporcional e sugere certo desespero, o que deve preocupar, sim, as autoridades competentes encarregadas de fiscalizar a correta aplicação do bem público.