A instituição CSA é tão forte, mas tão forte que chega a contrariar ditados que perduram desde os antepassados. Como diz o velho ditado, “depois da tempestade, vem a bonança”, no CSA é bem diferente, “depois da bonança, vem a tempestade”.

Isso quer dizer que, os tempos bons são apenas passageiros, enquanto o clima hostil e pesado é natural dentro de estrutura do clube. Desde que decidi acompanhar diretamente o futebol alagoano, nunca vi o CSA bem por muito tempo.

Os momentos bons parecem raros dentro do clube. Esses dez jogos de invencibilidade do time marujo sob o comando de Lorival Santos, sem dúvida nenhuma, é um dos melhores dos últimos três anos, o que é muito pouco.

Quando parece que as coisas estão boas e o CSA vai voltar com tudo, eis que um problema interno, como sempre, fazendo que o clima volte a estremecer e o risco disso se refletir em campo, tem uma grande probabilidade.

A coletiva da tarde desta terça-feira foi simplesmente um teatro e ao mesmo tempo um tiro no pé, cometido pelos próprios jogadores e o treinador Lorival Santos. Já existia alguns boatos com relação ao clube, mas se não existe problema, a assessoria do clube, por sinal muito competente, divulgue uma nota e ponto final.

Jogador e treinador tem que pensar em treino e jogo, fora isso, esqueçam o resto. A coletiva teatral só serviu para aumentar os rumores de que realmente existe problema, e segundo algumas conversas de bastidores e de fontes minhas, confiáveis, existe sim o problema, mas que pode ser resolvido internamente, eu acho.

Com todo respeito ao presidente do clube, Jorge VI e do conselho deliberativo, Rafael Tenório, que já afirmaram que esses problemas são plantados por gente de fora, de possíveis adversários, é bom ficar de olho bem aberto, porque essa “plantação” de problemas pode estar dentro do clube, mas perto do que se imagina!

Vale a pena ficar ligado!