Peço licença aos meus leitores para fugir um pouco do tema principal deste blog, que é o esporte. Apesar do compromisso que temos em comentar sobre as notícias do esporte, é impossível não notar, sentir e se motivar a escrever sobre alguns assuntos.

Neste domingo, dei um tempo na TV, onde assistia as inúmeras mesas redondas e também parei de olhar alguns sites, olhando fatos e fotos do esporte pelo mundo, para assistir o “Programa do Faustão”. Não pela dança dos famosos, não pelas vídeo-cassetadas, ou por causa do falatório incansável do Faustão, e sim, para ver Willian Bonner e Fátima Bernardes.

Legal ver um casal que está junto há tanto tempo, e além de marido e mulher, são companheiros de jornalismo, de profissão, de “Jornal Nacional”. Passado o quadro com os dois, William foi surpreendido por estar participando do arquivo confidencial.

Vendo os depoimentos de familiares, amigos e admiradores, vemos como é uma pessoa tão normal, tão natural, como qualquer outra, nos mostrando que aquela figura tão séria e centrada pode ser “gente da gente”. Confesso, que admiro por demais esse profissional, que diante de toda a correria que exige a profissão, consegue ser tão participativo, tão torcedor(São Paulo) e tão “twitteiro”.

Como estudante de jornalismo, trabalhando na área, sei o quanto é preciso ralar para chegar ao ponto que este homem, que este profissional chegou, mas, diante das dificuldades que o mundo tão competitivo nos estabelece, fico bem mais tranqüilo em saber que podemos sim, conciliar trabalho, família, estudos, e ainda ser bom no que a gente faz.

A partir do momento que a gente olha para uma pessoa, e sonha ter as mesmas qualidades que ela, de uma forma positiva, eu carrego vários espelhos comigo. Pai, mãe, esposa, filho, amigos, de cada um desses nós podemos tirar uma coisa boa. E por que não tirar um pouco de uma pessoa como William Bonner?

Vale a pena ficar ligado!

Paulo Chancey Junior