CSA e CRB tem proporcionado aos torcedores, a imprensa e a todos que acompanham o futebol alagoano de alguma forma, um verdadeiro rodízio de atletas. A cada derrota, chega uma leva, outra vai embora, e assim os times se encontram nessa situação que todo mundo já sabe.

Estive na Pajuçara na tarde de quinta-feira(24), e encontrei os companheiros setoristas do CRB, Kleber Marques(Pajuçara), Carlos Pereira(Difusora) e Alberto Olibeira(Gazeta). Um colega me falou que deve ser bom trabalhar como setorista, e eu afirmei que é um trabalho duro, complicado e as vezes desvalorizado, mas que reserva uma coisa boa. Todos os dias conhecemos gente nova, principalmente jogadores.

Na estrutura dos clubes, existem os responsáveis pelo futebol profissional, que engloba principalmente as contratações. O vice-presidente e o diretor de futebol são os cabeças, logo abaixo do presidente. Mas o que temos visto, é um bando de jogadores, indicados por empresários, e que nem sempre vem como reforços, e sim como estorvos, e motivo de mais dívidas.

Faço uma comparação no mínimo estranha, mas que vale refletir. Jogador de futebol é como pedreiro. Os bons estão empregados. Então, essa conversa de que jogador veio do futebol paulista, mineiro, gaúcho, do exterior é tudo balela. Pode se destacar sim, mas a probabilidade é de não dar certo!

Vale a pena ficar ligado!