Passada a loucura que foi a cidade de Maceió, com a estadia do Flamengo, é hora de tecer alguns comentários sobre alguns pontos que já seriam esperados. Afinal, um jogo tão importante para o futebol alagoano, com certeza iria gerar uma série de pautas e assuntos.
ORGANIZAÇÃO OU DESORGANIZAÇÃO DO EVENTO
Por vários dias foi comentado nas rádios o rigor que a organização do evento iria ter com os profissionais que estariam dentro de campo. Porém, o que se viu foi um enxame de gente que não deveria estar em campo. Vários profissionais que precisavam trabalhar quase foram prejudicados. Eu fui uma das vítimas, juntamente com o repórter fotográfico Maciel Rufino, o editor de esportes de O Jornal, entre outros.
O nosso nome constava na lista, mas as credenciais que nos deveriam ser entregues, foram repassadas para outras pessoas. Quem seriam esses “profissionais”?
O TREINO
Foi positiva a iniciativa da administração do Rei Pelé, em negociar a abertura dos portões para que o público pudesse acompanhar. Porém, tem sempre aquela velha história do vizinho, do primo, do amigo, do parente sei lá de quem, que entra no estádio para fazer fotos com os craques. Atrapalha o trabalho de todo mundo.
Teve também o excesso de seguranças por parte do time carioca. Teve um tal de “montanha” que muito mal educado não deixava os profissionais tirarem fotos, ou se aproximarem dos jogadores. Nós somos imprensa amigo!
O JOGO
Não critico os torcedores alagoanos que torcem por times de fora, afinal, já fui um deles. Porém, achei por demais desrespeitoso por parte dessa torcida alagoana, vaiar o time do Murici, chegando a xingar jogadores, comissão técnica e qualquer um que demonstrasse torcida pelo atual campeão alagoano.
Na partida, o time fez bonito na primeira etapa, mas sentiu a pressão no segundo tempo e com uma pitada de infelicidade do treinador acabou levando um sacode do Flamengo, que é realmente muito superior!
O PRESIDENTE
Um dos principais nomes desse jogo não era jogador, e sim o presidente do Murici, Geraldo Amorim, o “Geraldão”. O mandatário do alviverde demonstrou de forma exagerada a sua paixão pelo clube. O Flamengo é uma verdadeira nação, atrai torcedores não só do Brasil, mas do mundo inteiro.
No entanto, acho que o Geraldão poderia sim, demonstrar a sua paixão pelo Flamengo, mas deveria valorizar e fazer a propaganda do seu clube em rede nacional, afinal, essa chance, acredito eu, foi única.
O PONTO ALTO
O ponto alto desse jogo, para mim, Paulo Chancey Junior, profissional da imprensa, não foi estar bem perto dos jogadores do Flamengo, alguns mundialmente conhecidos, mas sim o contato com alguns profissionais da imprensa. Foi muito positivo para mim, as conversas que tive com os jornalistas da ESPN Brasil, João Palomino(Narrador), Mauro César Pereira(Comentarista), Cícero Mello e Rubens Pozzi(Repórteres). Esse encontro vale um post especial, amanhã!
Vale a pena ficar ligado!