O mundo da natação se assustou com os tempos inacreditáveis realizados pelos atletas, quando usavam os “super-maiô”. Com o tempo, a Federação Internacional de Natação(FINA), proibiu o uso dos mesmos, numa tentativa de tornar o esporte mais humano e real.

Passado o tempo, os tempos voltam a cair, mesmo sem o acessório. César Cielo tem andado abaixo do seu tempo normal, nas provas dos 50 e 100 metros livres. O americano Ryan Lochte baixou em quase dois segundos o recorde mundial dos 400 m medley.

A delegação brasileira em geral não fica de fora dessa festa. Um motivo muito mais especial que os tempos, é a força que os brasileiros tem mostrado dentro das piscinas. Antes figurantes, os brasileiros participam de um maior número de provas, e o melhor, com chances de medalha. O avanço é notório, mas é necessário um pouco mais de trabalho.

Está claro para todos que César Cielo é o diferenciado da nossa natação, mas a equipe precisa daquela braçada a mais. Na prova do revezamento 4x100, Cielo foi o segundo a entrar na piscina, assumindo na sexta posição, e entregando na primeira. No fim, o Brasil ficou com a medalha de bronze.

Mas, como tudo no Brasil é mais complicado, vamos com calma e torcendo para a continuidade desse avanço. Pra frente, Brasil!

Vale a pena torcer!