De time falido a reestruturado, com CT funcional, jogadores e funcionários com salários em dia, além de ter resgatado a auto-estima do torcedor azulino, que andava baixa, depois de mais um rebaixamento do clube.

Sem medo de errar ou de ser taxado de “chumbeta”, que é uma palavra que está na moda, afirmo que essa diretoria do CSA conseguiu reestruturar fisicamente o “azulão do Mutange”. Talvez, o segredo do sucesso tenha sido a “inexperiência” dos dirigentes do clube. O próprio presidente do clube, Jorge VI, afirma que ainda está aprendendo um pouco do futebol. Outro destaque entre os dirigentes, é o empresário Cícero Eugênio, que entrou e se dedicou de corpo e alma no clube. Jurandir Lima é outro que cuidou muito bem do marketing do clube, fazendo coisas diferentes do normal.

É preciso deixar claro, que não são exemplos de administração, que não são os salvadores do CSA, ou coisa parecida, mas pela “inexperiência”, deixou os vícios da administração esportiva de Alagoas, totalmente de lado.

A Copa do Nordeste ainda pode render, a série D foi de muita importância, mas o principal objetivo era a segunda divisão do alagoano, que foi conquistada. Agora, além da disputa do nordestão, é preciso planejar 2011. Os pontos positivos foram superiores nesse ano de 2010, mas não se pode confiar e tomar esse ano como parâmetro. O trabalho está apenas começando!

Vale a pena ficar ligado!