A política, principalmente, em época de eleição, é uma operação matemática, cheia de cálculos intrincados , que exige habilidades , ousadia e visão estratégica , de quem está na arena à caça do voto.
É tipo um complexo jogo de xadrez, muitas vezes, inentendível para a maioria das eleitoras e eleitores, apesar de ser esse público quem finaliza o jogo.
Xeque-mate.
Arthur Lira é candidato ao Senado por Alagoas e, na maioria dos noticiários, já aparece como consagrado, imbatível, e etc e tal, mas, mesmo, assim, previdente , ‘o candidato já eleito’, mesmo antes de abrir as urnas, ( já ganhou?), decide, feito jogada de altíssimo, risco investir em Marina Candia, como uma maneira de neutralizar o adversário.
Tudo lindo!
Tudo maravilhoso!
Mas, essa ativista fica pensando assim:- Já pensou que, se por um erro de cálculo ou de interpretação do contexto, Arthur Lira ao apoiar a candidatura de Marina Candia, não está dando um tiro no próprio pé.
Vai que ela rouba a cena e tira Arthur Lira do jogo?
Já pensou?
Fogo Amigo!
