Esta ativista, Arísia Barros, conhece o senador Renan Calheiros faz mais de duas décadas.
Duas décadas de construção de narrativas, que potencializam conhecimentos importantes e reflexões criticas, na afirmação da alagoanidade e na ancestralidade negra, como potência criativa.
Renan Calheiros é um escutador, por excelência, não é por acaso, que as discussões pautadas no parlamento do Congresso Nacional tem como pano de fundo, a escuta ativa das demandas sociais.
Importante destacar, que no ano de 2006, a aprovação da Lei Maria da Penha, sob a atuação firme de Renan Calheiros, estabeleceu uma enorme capacidade de conectar o movimento de mulheres, múltiplas, em classe social, etnia, raça, em torno da legislação, como quebra da invisibilidade da violência de gênero e de proteção de vidas.
Um marco, símbolo emancipatório, de proteção às mulheres.
A Lei Maria da Penha traduz a força dessas mulheres , em uma costura coletiva, somada ao comprometimento político do senador Renan Calheiros..
É inegável , que o tempo como matéria prima das descobertas, aprimorou a capacidade de liderança, evidenciou o poder de articulação entre poderes de Renan, e mesmo diante de nossas diferenças , ( uma ativista e um relevante parlamentar do Congresso Nacional) e universos díspares, ao longo dessas décadas estamos construindo um diálogo, sem meias palavras, tipo olho no olho, com algumas rusgas ( não concordamos em tudo, né?).
E , quando Renan Calheiro convidou esta ativista, Arísia Barros, para discutir pautas da sua campanha política de recondução ao Senado, a reivindicação, discutida com algumas gentes de luta, foi posta à mesa :
- Que em sua próxima gestão , no Senado Federal é necessário promover uma articulação assertiva e inteligente para a criação da Comissão Parlamentar de Negros e Aliados Antirracistas.
O Senado Federal nos deve isso, essa pauta positiva.- afirmou esta ativista, Arísia Barros.
-Claro, você tem toda razão. Proposta aceita: disse ele.
Valeu, Renan, e Feliz Aniversário de Emancipação!
Seguimos junt@s!



