O assasinato de um filho deve ser a pior coisa que acontece para muitas mulheres.

A jovem  Érika Santos,  mãe de Peterson, 6 anos, que perdeu o filho único,  ainda na primeira infancia,  sob uma condição  brutal  está vivendo um luto , de natureza muito rude, e nessa hora se faz necessário a presença importante do Estado.

A mãe, que agora vive, uma dor exaustiva, a  solidão incomensurável do vazio de seu menino,  carece de todas formas de acolhimento, seja psicológico, psiquiátrico, jurídico e etc e tal,uma rede de apoio, com equipe multidisciplinar que ofereça acompanhamento técnico e acolhimento, e, o Estado não pode e nem deve se omitir.

Quando uma mulher cai, a outra levanta.- afirmam os verbetes assertivos da  lógica feminista, então, essa é a hora de quebrar o  silêncio de tantas e muitas mulheres militantes e instituições correlatas,  e, criar uma rede de apoio para que Erika Santos e muitas outras maes orfãs,  tenham possibilidades, um dia,  de cicatrizar as lacerações d alma, essa tristeza infinita.

Oi, secretária, Marília Albuquerque pode acolher, institucionalmente, a mãe do Peterson?