Nesta sexta-feira, 26 , o Plano Estadual de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial de Alagoas foi apresentado ao público presente, em uma Audiência Pública, tendo como palco a Assembleia Legislativa.
O Plano Estadual de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial é uma demanda importante e o blog desta ativista , faz tempo, cobra a criação do instrumento, como política de estado.
Cobrança vai, cobrança vem , ( ativismo ativo e atento, sabe como é, né?), quase duas décadas depois, afinal, o Plano Estadual de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial desencantou e ‘está na pista..
Façamos um intervalo, entre palavras, para aplaudir e acolher a Manuela-Manu, superintendente de políticas públicas para a Promoção da Igualdade Racial, da Secretaria Estadual de Direitos Humanos, com uma chuva de abraços pela determinação desbravar o universo díspare e complexo do racismo estrutural e institucional, visando reescrever novas naoarrativas antirracistas.
Eureka!
Em seu discurso, Marcelo Nascimento, o secretário estadual de direitos humanos, falou dos caminhos substantivos de possibilidades e as necessárias articulações e posicionamento da sociedade civil, para potencializar esforços na aprovação do Plano Estadual de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, como também, reafirmou o papel estratégico do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Alagoas (CONEPIR), no processo de fiscalização da demanda.
Esta ativista, coçou a cabeça matutando:- Fiscalização? Como assim?
Deixa explicar: a atual presidência do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Alagoas (CONEPIR) traduz uma ambivalência , que foge às regras do bom senso ( para ser delicada) e fere os princípios essenciais na atuação administrativa, (onde também é referendada),da impessoalidade, imparcialidade, legalidade, moralidade, e principalmente da ética.
Ética!
Tipo pode uma advogad@ ser assistente de defesa e acusação, ao mesmo tempo?
A pergunta é simplista e muito fácil de responder : Pode alguém, vestir, pela manhã a camisa da Administração Pública e a tarde, a do Movimento Social, em uma mesa de negociação?
Com a palavra, o secretário estadual de direitos humanos, que gesta os vínculos institucionais com o Conepir, e que em discurso, na Casa de Tavares Bastos, reafirmou, que a sociedade civil urge assumir seu papel de controle social.
Estamos fazendo isso, secretário.
E, agora?
Fica como está?
Estátua!
