Esta ativista, Arísia Barros, leu em escritos  do jornalista Ricardo Mota sobre a vinda do ex-delegado geral da PC, o procurador, Marcílio Barenco, à capital maceioense, para proferir palestra no TC e receber Comenda Desembargador Antônio Sapucaia,

E aí surgiu a decisão:- preciso ir lá prestigiar e dar um abraço, em Barenco, um dileto companheiro de caminhada.

Atualmente, procurador do Tribunal de Contas de Minas Gerais, Marcilio Barenco é um cabra, por quem esta ativista nutre uma gratidão do tamanho do mundo todo.

Lá atrás, nos idos de 2006 foi um profissional que, no meio das muitas turbulências cotidianas, privilegiou momentos de escutas, discussões e protagonismo de ações, aumentando, significativamente,  a amplitude de implementação das propostas antirrarcistas, propostas,  por esta ativista, então coordenadora do Núcleo Temático Identidade Negra na Escola, da Secretaria de Estado da Educação -SEE.

Marcilio Barenco conectou e deu voz às ideias, dialogando, no cargo de  delegado geral, com as políticas sensíveis, desafios extra necessários.

Foi com emoção que ele indicou a delegada Aureni Moreno  (in memoriam), a uma homenagem prestada às mulheres negras alagoanas,  pelo então Projeto Raízes de Áfricas.

Aureni Moreno foi  a única mulher negra a ocupar o cargo de chefa do Departamento Central de Polícia Civil – DECEPOC, função equivalente, na época, a de diretora-geral da instituição.

Marcílio Barenco, dentro de um espaço institucional  improvável, se fez parceiro e referência, de gestor estratégico e eloquente , que escolheu acreditar e investir nas possibilidades de  construção de novas  narrativas antirracistas.

Amigos de Barenco marcaram presença na solenidade ,como um gesto atemporal de respeito e afeto, dentre eles, a delegada Luci Mônica.

Na quinta-feira, 28, Marcílio Barenco foi homenageado, em Maceió e esta ativista, Arísia Barros, fez questão de  prestigiar, o parceiro dileto

Foi um prazer revê-lo, meu amigo! 

Parabéns!