Esta ativista, Arísia Barros, coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, esteve em conversas na tarde desta quarta-feira,08,  com Marília Albuquerque, secretária de estado da Mulher, em Alagoas.

A conversa, com a gestora,  teve como foco compartilhar demandas, urgentes e necessárias, de Milena Araújo e Aparecida Sandes, representantes da  Associação de Doulas de Alagoas, que durante a realização do Fórum de Mulheres na Saúde  expuseram  sobre as dificuldades atuais para implementação da Lei das Doulas.

‘Infelizmente a associação das Doulas está fragilizada e  a atuação das Doulas, em hospitais alagoanos teve regressão grande- afirmam as representantes.

A Lei 8.129 , de 2019,conhecida Lei das Doulas, uma iniciativa pioneira da deputada estadual, Jó Pereira (2015-2023),  garante a presença de doulas nos hospitais e maternidades das redes pública e privada de Alagoas, durante o trabalho de parto e pós-parto imediato.

A doula é uma profissional que tem como função acompanhar a gestante durante e depois,  no período de gravidez, oferecendo apoio e suporte emocional.

O Fórum de Mulheres na Saúde, uma iniciativa do Ministério da Saúde,  aconteceu dia 01 de abril, no Hotel Jatiúca  buscando promover espaços de diálogo, escuta e construção coletiva sobre políticas públicas voltadas às mulheres.

Como ativista e  sabedora da importância potencial  da Lei das Doulas, da então deputada Jó Pereira, esta ativista  visando discutir, a imprescindível  manutenção das politicas para mulheres, dividiu com a secretária Marília Albuquerque as preocupações diante das  fragilidades atuais.

E sempre assertiva, a gestora pública, na busca de politica de solução determinou:- 'Vamos agendar com as representantes da ADEAL para o alinhamento dos fatos, em busca de solução, afinal, a  Lei das Doulas, como política pública é essencial e necessária- afirma a secretária,  Marília Albuquerque.

E, o Instituto Raízes de Áfricas já direcionou uma das demandas surgidas no Fórum de Mulheres na Saúde. Esta ativista fica feliz quando o ativismo que se faz ponte.

Obrigada, Marília!

.