Desde que soube da existência de Erika Hilton, a deputada federal  e seus posicionamentos firmes, assertivos, focados,extremamente positivos, determinados e politizados, no ambiente desafiador, elitista da conservadissima  e extremista à direita, Câmara dos Deputados, em  defesa dos direitos de todas as mulheres: mães solo, trabalhadoras, negras, indígenas e das que lutam para permanecerem vivas do Oiapoque ao Chuí  esta ativista caíu de encantos.

Erika Hilton é valente e corajosa quando impõe a voz , como tradição ancestral ,( ela é negona, periférica), desafiando a geografia dos conceito sociais de que menina veste rosa e menino azul (#tbt da Damares?).

Esta ativista se faz discreta em não se permitir olhar por baixo da saia de Erika, porque as ideias que produz e partilha  são preciosas, por demais, e  pela história,  e pelos seus discursos pedagógicos  de enfrentamento ao poder predatório, consegue  alargar as margens da ‘reeducação’ extra-necessária e coletiva  de  repensar o que somos.

Humanização.

Representação, entende?

É só dessa representação que precisamos.

Da valentia, ousadia, inteligência intelectual e coragem de usar a palavra como arma para destronar opressor@s.

Combustível.

Quem dera a PO-DE-RO-SA  fosse alagoana.

Aqualtune ,  a primeira comandante do Quilombo dos Palmares, iria gostar da soma dessa guerreira na luta antirracista.

E esta ativista, também.

Esta ativista tem um enorme respeito pela deputada federal, Erika Hilton. 

A mulher é braba.

Salve!

É só!