O Projeto Baobás, iniciado em 2021 pelo Instituto Raízes de Áfricas e o então mandato da deputada estadual, Jó Pereira é uma iniciativa inédita que tem como objetivo reflorestar , em território alagoano, histórias negras de resiliência, a partir do plantio da árvore mãe, que carrega em suas raízes sacralidade e ancestralidade do povo negro.
Foi a deputada, Jó Pereira que ao ser informada, por esta ativista, Arísia Barros, do propósito do Projeto Baobás, assumiu o compromisso e rapidinho providenciou um caminhão de mudas da árvore, e foi assim que iniciamos a plantação, que, vem enraizando caminhos entre os quilombos, sertão e a urbanidade da capital, Maceió.
Alagoas tem em torno de 30 árvores plantadas pelo Projeto Baobás.
E alguns desses exemplares constam, como uma das referências locais, no Relatório Nacional Baobás do Brasil, que o pesquisador, André Lúcio Bento, protagoniza e protocolou na quinta-feira, dia 26 de fevereiro, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan, solicitando o tombamento do baobá como patrimônio cultural brasileiro e referência cultural.
Os Baobás de Alagoas são também Baobás do Brasil.
Que coisa legal não é mesmo?
Antes do Projeto Baobás, a árvore sagrada sofria um processo extremo de apagamento étnico e cultural, um desvalor, em Alagoas, pouco a pouco estamos legitimando espaços.
E quando esta ativista recebeu a notícia do Relatório Nacional Baobás do Brasil mais do que depressa levou ao conhecimento da parceira ,Jó Pereira, que satisfeita afirmou: -: É muito bom saber que o Projeto Baobás está enraizando histórias, para além de Alagoas.
Bem bacana.
E aliás plantar baobás é um ato negro politico-conclui esta ativista, Arísia Barros.













