Esta ativista, Arísia Barros conheceu Felipe Proenço, Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde, quando o cabra chegou avexado, de um voo, para atividade na última oficina regional do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do Sistema Único de Saúde (SUS), no Hotel em João Pessoa e com tempo cronometrado para almoçar.
A ação aconteceu nos dias 4 e 5 de dezembro, em João Pessoa, Paraíba.
-Vou falar com ele sobre o projeto-disse esta ativista. E alguém retrucou:- Ele vai passar a pauta para a assessoria. Ele sempre passa.
Eu, imbuída pela convicta confiança adquirida nos muitos anos de articulações políticas, disse:- É para o secretário Felipe que vou apresentar o projeto. E ponto final.
Respeitando o tempo das coisas, esperei Felipe colocar a alimentação no prato , acomodar-se à mesa e só daí, esta ativista inquiriu: - secretário posso sentar ao seu lado, e com anuência, aprumei o corpo e as palavras.
Em átimos de segundos falei sobre a atuação desta blogueira/ativista, dos milhões de acessos do blog e de um projeto nacional que agrega diálogo , territórios e comunicação.
No meio do almoço, esta ativista pergunta:- Estou incomodando, Felipe?.
E ele:- Não, a proposta é muito boa e importante. Sou todo ouvidos.
Mas, bem antes, compartilhamos propostas, com a assessora Bianca Lopes, o diretor do departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES), Fabiano Ribeiro, a Coordenadora Geral de Ações Estratégicas de Educação na Saúde, Erika Almeida , Rodrigo Wilson. do Hospital Sírio Libanes e Wilma Madeira. Gerente de Ensino do Hospital Alemão.
E foi assim, que uma ação proposta pelo Instituto Raízes de Áfricas ao secretário de estado Wendel Palhares, da Secom, AL, reverberou em um almoço de negócios, na capital, João Pessoa, com Felipe Proenço, o secretário do Ministério da Saúde.
Viu, só Felipe Preço , que nossa conversa, durante seu almoço, virou matéria do blog.
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