Os mais recentes dados da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) colocou o estado de Alagoas no incômodo cantinho do castigo, por conta da abissal dificuldade política de sair do vergonhoso ranking de possuir a pior taxa de alfabetizados, entre todos os estados do Brasil todinho.
E a capital, Maceió, não fica atras, tem a pior taxa negativa, entre todas as capitais.
São 27 capitais brasileiras.
Esta ativista, como educadora tem caminhado por lugares insalubres, periféricos, e indiferenciados e se depara com crianças, jovens, adolescentes que , além de negativar com o menear da cabeça, ainda lançam a máxima: eu não 'seio' ler.
Até na Bienal Internacional , (que deveria ter sido negra), do Livro da UFAL nos deparamos com uma população negra desletrada, e está tudo bem!
Os números nacionais do desalfabetamento da população alagoana parece posto vitalício, como a nomeação ‘para todo o sempre’ e regiamente bem paga, de autoridades para o Tribunal de Contas do estado de Alagoas.
O buraco sem fim do’ Ivo viu a uva’ é tão normalizado, que nem os vereador@s ou deputad@s ‘representantes’, fiscalizadores do povo, aqueles que invadem Posto de Saúde e fazem uma parafernália instagramável, para transformar em notícia e chamar a atenção para si, nas redes sociais, recuam com um ‘não tô nem aí’, quando a pauta é questionar a atuação dos poderes íntimos..
E além, quem é doido para investir em um povo que pode adquirir habilidades e se tornar mestre na interpretação de texto, ou análise do discurso?
E ainda tem a Semiótica do Racismo.
O estado de Alagoas e sua capital Maceió têm a pior educação do Brasil todinho. Por que não estamos falando sobre isso?!
