O Brasil de A a Z , respondeu presente a abertura do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no SUS, que aconteceu nos dias 6 e 7 de julho, no Windsor Brasilia Hotel, em Brasília (DF).
Foi um momento histórico, como se fosse ( e, é) uma grande retomada das lutas e do diálogo amplo com a sociedade..
Onde foi mesmo que paramos?
Um dos alicerces do Programa Equidade é promover a política de equidade de gênero e raça no SUS, buscando modificar as estruturas machista e racista que operam na divisão do trabalho na saúde;
E teve gente de todo lugar e de diversas etnias preta, branca, indígena, ouvindo, discutindo, trocando experiências ,propondo caminhos.
Teve gente de movimento negro, povos e comunidades tradicionais, LGBTQIAPN+, movimentos sociais.
Nada de nós, sem nós!
Tinha gestor@s, trabalhador@s, movimentos sociais e usuári@s do Sistema Único de Saúde (SUS), do Brasil todinho
Potências, com histórias cheias de profundezas, desse país gigante e resiliente!
Foi um momento ímpar, de encontros especialíssimos, para reacender o brilho nos olhos, celebrando , fortalecendo, pessoas e profissionais, numa repetição de afetos.
Esperançar.
Sim, nós podemos!
Alagoas, através do Instituto Raízes de Áfricas , Coletivo de Mulheres Pretas Periféricas e órgãos estatais se fez presente, na abertura do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no SUS, iniciativa inédita do Governo Federal, através do Ministério da Saúde e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz
O Brasil voltou!
Salve!





