Espancaram, torturaram e depois O mataram.
Morto, o poder público roubou todos seus órgãos, deixando oco o corpo do morto africano, Moïse Kabagambe.
Mataram um cidadão da Republica Democrática do Congo,de 24 anos, como se nada fosse, ou se fosse um cão haveria mais indignação social.
O corpo morto de preto é um enfado no mundo dos brancos.
Luciano Martins de Souza, o responsável pelo local do crime, com mais 4 homens espancou, torturou e matou Moise, no patrimônio do branco, a barraca Tropicália, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Moise veio para fugir da fome e encontrou a morte, no país que se diz irmão de Áfricas.
O Brasil não é um país irmão, Moise. É um grande e perverso navio negreiro.
Sinto muito, irmão.
Vidas pretas importam VIVAS!
Salve, Moise!
