A segunda-feira, 09/11 foi uma noite cheia de sonoridade especial preparada para celebração dos 89 anos da Alda Barros, matriarca da família, mãe de 10 filhos, avó de 16 net@s e bisavó de um.

Ancestralidade e sons
Foi uma noite, especialíssima, de reeducar a alma para o prazer dos reencontros.
Deu para contar convidad@s, nos dedos das mãos, pouquíssimas, mas, o espaço estava transbordante da alegria, quase infantil da aniversariante, ritmada pela performance personalíssima dos músic@s, artistas primorosos da Banda da Ronda nos Bairros.
A Banda presenteou a matriarca e convidad@s, com cantigas carregadas de lembranças afetivas, palavras macias despejadas no colo da matriarca ( na voz da Raquel) e da boa e verdadeira música.
Noite de emoção e ritmos afetivos que fizeram a matriarca cantar, bater muitas palminhas e se sentir muito feliz.
-O pagode da Banda foi animado, muito bom- afirmou ela no after day- cantarolando o trecho de uma musiquinha..
E felicidade é presente precioso. Tem essência de pedra rara.
Foi uma noite que reverberou um contentamento, bem contente, coroada de gentes que se despiram de suas histórias de reticências e se permitiram dançar pela superfície de um mundo fantástico, libertador e vivenciarem instantes intensos de bem estar físico e emocional, a partir da música executada pela Banda, comandada magistralmente pelo carismático Glebson Lima.
A música que executa traz um vocabulário pessoal e íntimo que dialoga com universos díspares de almas diversas, reconfigurando os tempos das emoções e isso faz um bem danado.
A música é como um abraço apertado e alimenta a alma.
A matriarca do alto da sabedoria dos seus 89 anos agradece a cada pessoa presente em sua celebração de vida e a noitada cheia de música , ou o pagode bom- como ela mesma diz.
Obrigada, Lima Júnior.
Obrigada, Coronel Silva.
Obrigada, Banda da Ronda!