O genocídio da juventude preta das Alagoas de Palmares  traduz os números  epidêmicos e complexos de uma violência invisibilizada e naturalizada, socialmente.
A morte de jovens pret@s periféric@s  é a expressão máxima do silêncio institucional, porque na ótica do chicote social,  jovens pretos mortos é "tudo bandido".
É imperativo que se  estabeleça  a criação de mecanismos, dentro e fora do governo  centrado no empoderamento da juventude em situação de risco, e para incentivar   o surgimento das lideranças juvenis, nas periferias vulneráveis ,a partir da reinterpretação das realidades.
É preciso sentar com jovens e ouvir o que el@s tem  a dizer,entretanto, urge estabelecer lugares de falas. As escolas alagoanas precisam educar meninas e meninos para o poder do discurso, das falas argumentativas  que ocupam espaços de protagonismos. 
É  urgente despertar na juventude alagoana, com especificidade para a juventude na extrema vulnerabilidade, ou seja, preta e indigena os lugares de sonhos, com a perspectiva de ascensão .
Por que os poderes,partidos políticos (todos eles)  ignoram a existênca da juventude preta alagoana e suas vulnerabilidades escrachantes?
Sabemos que mudanças não surgem de  fórmulas  mágicas,  e  para dar saltos significativos é preciso estabelecer politica pública de estado que contemple , substantivamente, a juventude , como  simbolismo da renovação presente/futuro desse estado.
É preciso compor  um trabalho institucional diligente e comprometido .
O estado de Alagoas é o segundo pior estado para jovens pret@s viverem.
O que vamos fazer a partir com essa  informação?
Com a palavra o Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, como também os orgãos fiscalizadores como  Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública Estadual e etc e tal.
Até onde somos tod@s iguais?