Terminou sem acordo a reunião entre representantes dos militares, polícia e bombeiros, e do Governo do Estado realizada nesta sexta-feira, 20, que buscava um acordo sobre o valor do reajuste salarial da categoria.

Os militares recusaram as duas propostas iniciais do Governo de 6% e 10%. Eles cobram uma equiparação aos salários de delegados da Polícia Civil, o que representa um reajuste de 29%.

O governo mantém a segunda oferta, de 10%, e afirma que não tem como chegar ao percentual pedido pelos militares. No entanto, um prazo foi determinado para que o governo estude o impacto do reajuste na folha e uma contraproposta seja apresentada, após essa avaliação. Uma nova reunião foi marcada para a próxima terça-feira, 24.

Os militares estudam ações para efetuar os trabalhos com o número de efetivo reduzido. Eles afirmam que o aquartelamento só acontecerá caso a proposta do Governo não seja satisfatória para a categoria.

A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Estado, Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag).