O delegado do 6º Distrito da Capital, Roberval Davino, trabalha com a hipótese da participação de mais uma pessoa no assassinato do mototaxista Genaldo Silva dos Santos, de 34 anos. A vítima desapareceu no dia 6 de março e corpo foi encontrado na semana passada.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, uma segunda pessoa pode estar envolvida no cometimento do crime. A hipótese foi levantada após evidências durante o andamento da investigação. “Estamos verificando para saber se a informação procede ou não”, disse Roberval.
Já o assassino que confessou ter matado Genaldo Silva e que levou os policiais até o local em que enterrou o corpo da vítima já prestou depoimento a polícia, mas segue em liberdade até a conclusão do inquérito.
A prisão preventiva do suspeito só pode ser realizada caso a Justiça expeça um mandado. Por enquanto, ainda é aguardado o laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) para comprovar se o corpo é realmente de Genaldo.
A mãe do mototaxista, Geni Alves, considerou um absurdo que o suspeito, mesmo confessando o crime, esteja solto. “Eu quero Justiça. Ele era vizinho do meu filho. Eu quero apenas Justiça”, disse.
O Caso
Genaldo Silva foi visto pela última vez com um passageiro do sexo masculino que havia solicitado uma corrida para a Usina Utinga Leão, localizada no munícipio de Rio Largo.
De acordo com a irmã do desaparecido, Geane Silva dos Santos, as informações sobre a suposta corrida foram repassadas por um amigo de Genaldo, que o viu combinando a trajeto nas proximidades do Colégio Adventista, no bairro Barro Duro.
O delegado Roberval Davino afirmou que há 99,99% de chances do corpo ser da vítima.
