O último envolvido na morte do sargento da Polícia Militar, Célio Cícero Valdemar, de  50 anos, foi preso, nesta quinta-feira (14), em Maceió, durante uma ação conjunta da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) com a Afisxia.

A informação da prisão do suspeito identificado apenas como “moita” foi confirmada pelo delegado Fábio Costa, coordenador da DHC. "Ele era o último suspeito de envolvimento na morte do militar", disse o delegado.

Segundo a polícia, o sargento teria sido abordado em uma borracharia na beira da estrada, em Messias, por Cleberson Silva de Souza (Binho), 22 anos, Elissandro Rufino e o “moita”.

O bando que já era conhecido na região de São Luis do Quitunde e Flexeiras e teria abordado o militar no intuito de  roubar o carro, a pistola, o celular, a carteira e outros pertences. Após descobrirem que  Célio era militar o mataram.

Segundo os delegados, pelo laudo cadavérico  foi detectado que o sargento lutou durante o ocorrido.

Os presos

Foram presos: Edvaldo Amâncio da Silva (Nó cego), 38 anos, estava com o celular do sargento; Cleberson Silva de Souza (Binho), 22 anos e Elissandro Rufino Medeiros (Brasa) 18 anos e um outro suspeito identificado como Welligton Jose da Silva (Leto), de 35 anos, entrou em confronto com a polícia e morreu no local.

O caso

O comandante do Grupamento de Polícia Militar (GPM) de Passo de Camaragibe, sargento Célio Cícero Valdemar, de 50 anos, desapareceu na quinta-feira, dia 19 de outubro. Segundo familiares, o militar teria ido fazer compras em um supermercado atacadista na parte alta de Maceió quando foi visto pela última vez.

Célio estava dirigindo um veículo Volkswagen Gol G5, de cor preta e placa NLW-2572 e estava vestindo uma camisa social da cor vinho com listras verticais.

No dia 24 de outubro, o Instituto Médico Legal (IML) divulgou o resultado do exame de necropapiloscopia realizado no corpo encontrado naquela manhã, em um canavial situado entre os municípios de São Luiz de Quitunde e Flexeiras. De acordo com o laudo, foi confirmado que o cadáver era do sargento da Polícia Militar Célio Cicero Valdemar, de 50 anos.

A morte foi causada por disparos de arma de fogo e por instrumento contundente não identificado.