O trabalho de investigação da morte do sargento reformado da Polícia Militar, Aristeu de Souza Oliveira, de 52 anos, já foi iniciado. De acordo com informações de um agente da Delegacia de Pilar, que não quis se identificar, a vítima pode ter sido assassinada por um homem que integrava o mesmo grupo que executou o filho do PM.

De acordo com o agente, ainda é cedo para confirmar, mas segundo as testemunhas, o suspeito pertencia ao mesmo grupo criminoso. “O homem que matou o filho do policial morreu durante um confronto com militares em novembro do ano passado, mas acreditamos que o suspeito que vitimou o sargento também estivesse envolvido no crime do filho de Aristeu”, disse.

Ainda de acordo com o agente, os policiais e o delegado de Pilar, José Carlos já estão nas ruas para prender o acusado.

A Polícia Militar (PM) lamentou a morte do sargento e emitiu uma nota de pesar, confira.

A Polícia Militar de Alagoas lamenta com pesar o falecimento do sargento reformado Aristeu Souza de Oliveira, 52 anos, vítima de um homicídio, durante a noite deste domingo (03), no município de Pilar.

De acordo com as primeiras informações, o sargento teria sido atingido durante uma troca de tiros com indivíduos que, supostamente, teriam envolvimento com a morte de seu filho. O militar chegou a receber atendimento médico, no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, porém depois de um procedimento cirúrgico não resistiu e veio a falecer. Os acusados conseguiram foragir.

O comandante-geral da PM, coronel Marcos Sampaio, se coloca à disposição da família para o que se fizer necessário, e não medirá esforços para localizar todos os responsáveis por este crime.

O militar ingressou na corporação em 1982 e há seis anos estava inativo e atualmente reformado.

Outro caso

No dia 06 de agosto, um policial militar reformado foi morto com 17 tiros, próximo a praça moleque namorador, no bairro do Vergel do Lago, na capital. Além do sargento, uma mulher teria ficado ferida, sendo socorrida por populares.

Segundo informações dos populares, uma caminhonete que estava em apoio com uma motocicleta, chegaram ao local com os suspeitos que efetuaram disparos de arma de fogo contra Valdir José da Silva, 48 anos.

O sargento José Valdir foi atingido por 17 tiros, sendo 11 no tórax, um no braço esquerdo e cinco no rosto.

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