Investigação ocorrida em toda a cidade de Maceió e com maior profundidade no bairro de Jatiúca impediu que um chacina acontecesse na capital alagoana. Durante dez dias agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil, e o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual conseguiram identificar que mortes seriam motivadas pela disputa entre facções criminosas rivais.

Segundo a assessoria de Comunicação da Polícia Civil (PC/AL) de acordo com essa investigação, integrantes de uma das facções marcaram uma reunião, chamada entre eles de “bonde”, na segunda-feira (16), para – utilizando um carro roubado – executarem a matança.

O grupo ainda chegou a cometer dois atentados contra a facção rival. Ao final do segundo, as equipes conseguiram localizar e prender os acusados.

Foram presos: Felipe Matheus Pereira Correia, conhecido como “Irmão Teteu”, Cristiam Pedro dos Santos, o “Irmão Sukito” ou “Neguinho”, Lucas Wanderlei Santos, o “Irmão Ureia” e Eduardo Rafael Calisto da Silva, o “Irmão Toi”. Todos são suspeitos de tráfico de drogas, roubos e homicídios.

Veículo apreendido

Com eles, foram apreendidos o veículo roubado, duas armas de fogo (uma pistola 9mm com dois carregadores, com 21 munições, e outra pistola 380 com um carregador municiado, com 15 munições, ambas com numeração raspada) e um tablete de maconha com cerca de dois quilos.

Cristhiam Pedro, o “Irmão Sukito”, foi baleado durante o confronto pelo grupo rival.

Os presos e o material apreendido foram levados para a sede da Deic, no bairro Santa Amélia, onde foram realizados os procedimentos legais. Mas, as investigações prosseguem para identificar outros integrantes do grupo criminoso.

Segundo o gerente da Deic, delegado Mário Jorge Barros, “com a ação, resultante de trabalho integrado entre o Gecoc e a Deic, conseguimos evitar uma chacina, retirar de circulação esses criminosos, além de apreender armas, droga e um veículo roubado. A determinação do secretário de Segurança, Lima Júnior, e do delegado-geral Paulo Cerqueira é de que continuemos acompanhando e reprimindo as ações dessas facções criminosas, a fim de proporcionar uma Alagoas cada vez mais segura.”

*Com assessoria