Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, dia 26, os policiais civis decidiram pela continuidade para paralisação da categoria. Apesar de ter sido considerada ilegal pela justiça no último dia 22.
O governador Renan Filho, que se encontrava numa solenidade, ao ser questionado sobre as reivindicações da categoria disse que o canal de diálogo existe, porém no momento não há condições de arcar com os custos da implantação do piso salarial pleiteado pela categoria.
“Estou aberto ao diálogo. Mas, falando abertamente, a polícia civil está atuando de forma inconveniente. A principal pauta deles é 60% dos salários de delegados, que é relativamente alto. Então, num cálculo básico, seria 100% de aumento, o que no atual momento do país, é inviável”, argumentou.
Do Centro, a categoria se dirigiu até a entrada do Porto de Maceió. O trânsito no local ficou lento uma vez que se formou uma fileira de caminhões que esperavam para entrar no Porto, o que deixou a via parcialmente interditada gerando um engarrafamento na direção Centro – Pajuçara.
Reivindicações
Os policiais, agentes e escrivães cobram a implantação do piso salarial correspondente a 60% dos vencimentos dos delegados, a revisão do Plano de Cargos e Carreiras, pagamento de risco de vida e insalubridade, melhores condições de trabalho, entre outros pontos.
