Nesses tempos em que políticos e partidos são cada vez mais investigados, a tendência é que os exemplos da Operação Lava Jato migrem para os estados e municípios com maior intensidade.

Claro, daqui torcemos para que juízes, promotores e delegados não cometam os mesmos excessos observados no Paraná.

Ilegalidades como vazamento seletivo de informações, condução coercitiva desnecessária, divulgação de conversas particulares e fora da investigação, por exemplo, devem ser evitadas.

Vamos ao fato: A Polícia civil e o Ministério Público Estadual cumprem mandados de busca e apreensão na Câmara de Vereadores de Aracaju para recolher documentos.

Suspeita é de um esquema de contratos fictícios na locação de veículos e contratação de serviços de escritório de advocacia, que emitiam notas fiscais frias.

15 vereadores são suspeitos de participação no esquema. Essa investigação apura lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e peculato. Prejuízo aos cofres públicos é superior a R$ 7 milhões.

O esquema teria ocorrido de 20113 a 2015. Descoberta foi possível a partir de um relatório do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe.

Se essa moda pega em Alagoas, sei não, mas vai dar o que falar.

Abaixo a lista com os nomes e partidos dos vereadores investigados

- Adriano Taxista (ex-PSDB, atualmente sem partido)
- Agamenon Sobral (PHS)
- Agnaldo Feitosa (PR)
- Anderson de Tuca (PRTB)
- Jailton Santana (ex-PSC, atualmente sem partido)
- Augusto do Japaozinho (PRTB)
- Valdir Santos (Ptdob)
- Ivaldo José (PRTB)
- Max Prejuízo (PSB)
- Daniela Fortes (PEN)
- Dr. Gonzaga (PMDB)
- Emmanuel Nascimento (PT)
- Pastor Roberto Morais (SD) 
- Renilson Felix (DEM)
- Adelson Barreto Filho (PR).