O período da Semana Santa é considerado um dos mais violentos. Por este motivo, foi desencadeada na manhã desta quarta-feira (24), a Operação Páscoa. Aplicada em todas as áreas de Maceió, o objetivo é diminuir a violência que conta com a unificação das forças da segurança do estado.

A operação começou nesta quarta, mas vai se estender até o domingo de páscoa (27). A ação conta com policiais civis, militares e o Corpo de Bombeiros além do suporte do Grupamento Aéreo.  Por  terra, cada batalhão fará bloqueio e incursões dentro das limitações de sua área recebendo reforço da Radiopatrulha, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Trânsito (BPTran), da Asfixia, da equipe da Operações Litorâneas (Oplit), do Tático Integrado Grupo de Resgates Especiais (Tigre), coordenados por delegados e comandantes.

Durante a operação

Logo pela manhã, um homem com mandado de aberto foi preso na área do 4º Batalhão e outro foi detido na Orla Lagunar, área do 1º Batalhão, portando uma PT 100.

Os primeiros resultados das blitze na capital interceptaram Anderson Amparo da Silva, conhecido como “pato”, no Clima Bom II, parte alta, área do 4º Batalhão nas proximidades da Feirinha do Tabuleiro. Ele estava com mandado de prisão em aberto expedido pela Comarca de Santa Luzia, sendo ele morador de Satuba. Segundo a polícia ele já havia sido preso armado.

Na Orla Lagunar as abordagens a veículos culminaram em 10 autos de infração, por diversas irregularidades, e quatro veículos foram  apreendidos e recambiados ao pátio do Departamento de Trânsito (Detran). Além disso, José Rosendo da Silva Junior foi preso e levado a Central de Flagrantes I, bairro Farol, por te sido encontrado com uma pistola e com dois carregadores no veículo Gol que ele estava dirigindo.

Na área do 5º Batalhão, de forma também integrada, na Avenida Benedito Bentes, Walbert Conceição Souza, 25 anos, natural de São Miguel dos Campos, recebeu voz de prisão por sido encontrado com um revólver de calibre 38.

Segundo o novo secretário de Segurança Público do estado, Paulo Domingo Lima, a operacionalidade é necessária e será permanente. "O combate à violência será mantido com todo o empenho anterior e a sociedade alagoana terá respostas", comentou. E ainda acrescentou. "Nossos policiais já demonstraram no decorrer dos quatorze meses que são fortes o suficiente para desestruturar a criminalidade e estaremos unidos seja Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Força Nacional e Perícia oficial e também os amigos e parceiros que  nos auxiliam sem o menor problema, a exemplo da PRF e do sistema prisional”, afirma o secretário.