Um fato no mínimo inusitado foi registrado no 6º Distrito Policial da Capital. Uma mulher buscou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência, mas quando informou o nome e o número do documento, acabou recebendo voz de prisão dos agentes da Polícia Civil.

Contra a acusada, Gilvanice Maria dos Santos Vasco, de 35 anos, foi constatado que havia contra ela um mandado de prisão em aberto por estelionato.  O delegado titular do Robervaldo Davino, informou que o caso de estelionato teria ocorrido em 2005, mas o decreto de prisão somente foi expedido em 2013, pelo juiz Carlos Henrique Pita, sendo renovado no ano passado pelo juiz Sóstenes Alex Andrade.

Acusada do crime, Gilvanice explicou que foi vítima de um golpista e que teve seus documentos usados por outra pessoa. “Ele usou meus documentos e de outras mulheres para aplicar golpes, e acabei sendo acusada de um crime que não cometi”, defende-se.

 Diz ainda que sequer sabia que havia o mandado de prisão contra ela, e por isso procurou a delegacia para registrar que fora vítima de outro suposto golpe por telefone.

 Apesar de apresentar essa defesa, Gilvanice acabou sendo levada para o presídio feminino Santa Luzia.

*Com Ascom/PC