A história que vou relatar aconteceu no último domingo (20). As testemunhas exigiram o sigilo dos seus nomes e da autoridade envolvida. Prometi cumprir. Aqui vai uma pista: o prefeito é de uma cidade localizada na grande Maceió.

Final da manhã na avenida localizada na orla de Pajuçara, que fica fechada para lazer de pais, crianças e atletas. Um prefeito desce de um prédio onde reside um famoso político alagoano. Abre a porta traseira do veículo, pega uma sacola, retira notas de dinheiro, conta e entrega um volume a uma pessoa.

Essa cena foi repetida uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Entrava e saia do edifício e dava dinheiro a alguém. A testemunha que viu tudo ficou indignada, tão indignada que se esqueceu de filmar – será? - tal cena com o telefone celular.

O danado é que existe banco no município administrado por esse gestor. Ora, se existe banco como essa figura circula com tanto dinheiro? Aliás, qual será a origem de toda aquela grana? Será que estava havendo entrega de dinheiro pra campanha eleitoral?

Depois os prefeitos reclamam, sempre reservadamente, é claro, quando a Polícia Federal faz aquelas ações e bota um monte deles atrás das grades. Essa prática, recorrente, de distribuição de dinheiro e de guardar numa sacola precisa acabar.

Aliás, não estou bem certo se a testemunha realmente não filmou essa cena desagradável e se pretender entregar à PF. Mas que ficou indignada ficou, e não foi pouco.

Alagoas não pode conviver com isso. Chega desse tipo de prática na política.

 

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