O pedido de revogação da prisão do padeiro Genilson Alves da Silva, preso suspeito da morte da menina Tamires, de apenas sete anos, foi negada pelo juiz Jamil Albuquerque. A informação foi confirmada pelo advogado de defesa de Genilson, que está tendo acesso à decisão do magistrado para saber quais motivos foram argumentados.
Ontem, a promotora Marluce Falcão emitiu um parecer contrário a soltura do suspeito, alegando que o inquérito policial apresenta várias evidências que apontam Genilson Alves como participante do assassinato. A promotora defendeu que ainda não é o momento de se afastar a possibilidade da participação dele no crime.
De acordo com a Polícia Civil, que descartou a participação de Genilson no assassinato, as suspeitas recaíram sobre Genilson Alves, após ele ter tentado evitar que a casa de Erinaldo da Silva, fosse invadida por populares antes que a polícia chegasse e afirmativas da amizade entre os acusados.
A morte da garota revoltou a população do Conjunto Bela Vista, no Benedito Bentes, que destruiu a residência dos suspeitos no crime, inclusive incendiaram o estabelecimento comercial do padeiro. Genilson Alves afirma que é inocente.
O corpo da menina Tamires, de apenas sete anos, foi encontrado em um terreno baldio ao lado da casa de Erinaldo, no domingo (06), após ter sido estuprada e estrangulada. A garota foi vista pela última vez pelos familiares no sábado (05), quando brincava em frente a sua residência.
