Segundo o Ministério Público Estadual, não há motivos suficientes para a liberação do Padeiro Genilson Alves da Silva, preso suspeito da morte da menina Tamires, de apenas sete anos. A promotoria criminal do MP já emitiu parecer contrário à revogação da prisão.
A responsável pela emissão do parecer é a Promotora Marluce Falcão, que afirma que o inquérito policial apresenta várias evidências que apontam Genilson Alves como participante do assassinato. “Nós analisamos o documento o e percebemos que ainda não é o momento de se afastar a possibilidade da participação do acusado no crime”.
Ainda de acordo com a promotora, Genilson Alves apresentou várias contradições em seu depoimento, o que pode indicar sua participação na ocultação do corpo da menina Tamires. Além de outros testemunhos de familiares e vizinhos, assim como o do assassino confesso Erinaldo Farias. “Ele (Genilson) se retratou em parte, deixando ainda a dúvida. Houve também uma delação da sua participação por Erinaldo, réu confesso”.
O parecer já foi encaminhado à justiça e será analisado juiz Jamil Amil de Holanda. Após a análise do documento, será decido se Genilson será mantido preso ou poderá ser investigado em liberdade.
