assassinato de Cíntia Rafaela Lourenço da Silva, 32, continua sem solução. Prestes a vencer o prazo estipulado para a conclusão do inquérito, as investigações já foram comandadas por dois delegados e agora um novo nome deve assumir o caso. 

Ao CadaMinuto, a delegada Simone Marques disse, na tarde desta segunda-feira (17), que não está mais a frente do inquérito, mas não soube informar quem assume as investigações. 

A reportagem também entrou em contato com Cícero Lima, coordenador da Delegacia de Homicídios, mas o delegado não atendeu as ligações. 

 De acordo com as últimas informações passadas à imprensa, no início do mês, parentes da vítima e testemunhas do crime prestaram depoimentos à polícia e as declarações seriam fundamentais à confecção do retrato falado do assassino, assim como ao avanço das investigações, que, até então, seguem duas linhas.

Segundo o marido da vítima, José Costa, o autor dos disparos se aproximou do veículo e disparou pelos menos cinco vezes contra a mulher. Para ele, está descartada a possibilidade de assalto.

Uma Equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local, mas a vítima já estava em óbito. A cena do crime foi periciada por agentes do Instituto de Criminalistica e o corpo será recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML).

O caso

Cíntia Rafaela Lourenço da Silva foi assassinada no dia 20 de fevereiro. A vítima estava no Voyage preto, de placa NLZ 0032, na companhia do marido José Costa, quando foi morta.

O marido de Cíntia disse não acreditar que o crime tenha sido latrocínio (assalto seguido de morte), mas afirmou não saber a possível motivação do crime.