Após uma série de denúncias feitas por representantes do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), que mostram a superlotação e as condições insalubres da Central de Flagrantes localizada no bairro do Farol, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Alagoas (Adepol), Antônio Carlos Lessa conversou com a reportagem do CadaMinuto na tarde desta segunda-feira (09) e revelou que “medidas já estão sendo tomadas para sanar possíveis irregularidades encontradas”.
No tangente à falta de espaço para abrigar os presos, uma vez que no momento há 28 quando a capacidade é para 12, Lessa revelou que a superlotação aconteceu porque o Sistema Prisional e a Casa de Custódia não estão recebendo reeducandos. “Esse é um problema pontual que será em breve resolvido”, reforçou o delegado.
Quanto às reclamações feitas a respeito de problemas no serviço hidráulico, Lessa informou que uma equipe já foi encaminhada para solucionar as falhas de abastecimento na Central de Flagrantes.
Com o aumento da população na capital alagoana, outra sugestão feita por Antônio Carlos Lessa ao diretor da Polícia Civil, Paulo Cerqueira foi a criação de uma Central de Flagrantes II, que ficaria alocada na parte baixa da cidade. “O assunto deverá ser aprofundado quando chegarem os novos delegados”, destacou o delegado.
Na busca de soluções, nesta quarta-feira (11) sindicalistas se reúnem para votar o indicativo de greve com o intuito de pressionar o governo na busca de soluções não só para a Central de Polícia mas também para outras unidades localizadas no interior do Estado.
