Com quase dois meses sem resposta, ainda seguem as investigações do caso Sibele Ferreira dos Santos, de oito anos, e os responsáveis pelo estupro seguido de morte, ainda estão soltos. A menina foi levada da porta da casa de sua tia no momento em que brincava pelos criminosos que deixaram apenas a sandália dela no local.
A equipe de reportagem do CadaMinuto tentou contato com o delegado Gilson Rego, titular no Distrito Policial de Pilar e responsável pela investigação do caso, mas o celular estava desligado durante todo o dia de ontem (04). Na delegacia, os policiais plantonistas não souberam informar a respeito das investigações e pistas dos suspeitos, afirmando que apenas Rêgo pode passar detalhes do andamento do caso.
O corpo de Sibele, em estado avançado de decomposição, foi encontrado no inicio de outubro no município de Pilar, nessa mesma data a Polícia Civil (PC), afirmou estar perto de esclarecer a morte da menina e se os suspeitos de cometer o homicídio realmente conheciam a família.
Ainda em outubro o delegado Gilson Rego, disse que a polícia já havia identificado os suspeitos de terem assassinado a menor, e que tinham, inclusive, imagens que iriam ajudar nas buscas, que havia solicitado o apoio da Deic à direção geral da PC para dar celeridade às buscas e captura dos suspeitos.
A linha de investigação levantada para esse caso era a de que Sibele teria sido morta após ser estuprada, pois os suspeitos temiam ser reconhecidos pela família, os índicos apontavam dessa forma.
O CASO
A pequena Sibele dos Santos, de 8 anos, ficou desaparecida por 19 dias, depois de sair da sua casa, no Loteamento Edite França, dizendo para a mãe que iria brincar na rua. O corpo da menina foi encontrado no dia 2 de outubro em um matagal, próximo da residência que morava com seus familiares.


