O juiz auditor militar José Cavalcanti Manso Neto concedeu, nesta sexta-feira (03), alvarás de soltura para o coronel Paulo Amorim, chefe do gabinete militar da Assembleia Legislativa, e ao sargento José Roberto. Os dois foram punidos com a pena de detenção de 10 dias após a conclusão de uma sindicância que apurou a polêmica liberação do carro da deputada Thaíse Guedes, apreendido durante uma blitz do Batalhão de Trânsito (BpTran).

A assessoria da Polícia Militar explicou que o coronel e o sargento não chegaram a ser presos, uma vez que não se apresentaram ontem por aguardarem a decisão da Justiça. “A apresentação não teria que ser imediata”, informou.

O coronel e o sargento ingressaram com um pedido de antecipação de tutela e os pedidos foram acatados pelo magistrado. A decisão não beneficia o tenente Afrânio Monteiro, também acusado de ter interferido para que o carro de Thaíse fosse liberado.

A blitz

A blitz ocorreu no dia 03 de abril na Rua Hamilton de Barros Soutinho, no bairro da Jatiúca. A apreensão foi realizada por militares do BpTran. De acordo com os policiais da guarnição, o Sorrento preto, de placa NML-3181, de propriedade de Thaíse estava com atraso no pagamento do IPVA e do licenciamento.