(Brasília ) -O projeto de reforma política que se encontra no Senado é um pacote que inclui outras sete PECs e dois projetos de lei aprovados anteriormente e está completo e pronto para ser submetido à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Entre as mudanças esta definido os mandatos de prefeitos, vereadores, governadores e deputados de cinco anos. Uma das mudanças interessantes é quanto ao número de suplentes de senador que passa a ser de apenas um e não poderá ser sucesso definitivo e não poderá ser parente.
A posse dos prefeitos e governadores será no dia 10 de janeiro e do presidente no dia 15. Acaba também com as coligações proporcionais e não é permitida mais a reeleição, mas os mandatos serão de cinco anos.
Os prefeitos e vice-prefeitos não podem mudar de domicílio eleitoral durante o mandato, num prazo de pelo menos um ano antes das eleições. Um dos pontos também interessante é que qualquer pessoa pode ser candidata mesmo sem partido, desde que tenha 1,5% de eleitores.
O mandato continua pertencendo ao partido e o abandono da sigla significa a perda do mandato a princípio, entretanto alguns casos serão analisados como, por exemplo, se o partido abandonar os princípios estatutários. Estabelece financiamento público para as campanhas com orçamento exclusivo desde que não ultrapasse R$ 7,00 por eleitor. E finalmente o último ponto a proposta de que a reforma deverá passar por um referendo popular sobre o projeto que será discutido