A iniciativa do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral em processar os vereadores das Câmaras que se omitiram de realizar a fiscalização das contas dos prefeitos vai gerar uma grande polêmica e despesas com o setor jurídico
A entidade acusa as Câmaras de não terem observado os erros cometidos pelas administrações municipais. A representação entregue pelo movimento tem como base os relatórios da Controladoria Geral da União, que apontam inúmeras irregularidades muitas delas até já esclarecidas em resposta a CGU, mas outras não.
Um exemplo é um município do Litoral Norte, onde o cheque da prefeitura que pagou o combustível foi preenchido pela mesma pessoa que também preencheu a nota fiscal de cobrança. Neste mesmo relatório há constatação de que cursos de capacitação de professores não foram realizado, embora os recursos tenham sido gastos, além da contratação de agentes de saúde que não foram encontrados nem informaram o domicilio.
A iniciativa do MCCE vai mexer com os vereadores que devem se preparar para muitas explicações, lembrando que a representação vai ser entregue ao Ministério Público Federal