A presença do crack em vários municípios alagoanos virou uma epidemia, não se trata mais de uma simples droga, mas um problema de saúde pública, que deve ser tratado com muito rigor. Essa maldita pedra está presente nos 102 municípios alagoanos e vem crescendo o seu consumo entre os jovens e até crianças, um fato assustador.
O crescimento do consumo do crack se deve a alguns fatores: preço barato, dependência certa e a fragilidade da legislação para quem realiza o tráfico de drogas no Brasil.
É preciso tratar o trafico do crack diferentemente das outras drogas, já que o seu crescimento é algo assustador e os estragos sociais que vem causando à sociedade é terrível. Em nossas viagens pelos interior verificamos a presença do crack em pequenos vilarejo entre os jovens, que inclusive estão mudando seu modo de vestir e se comportar. Muitos parecerem serem elementos oriundos dos morros cariocas, com cabelos moicanos, grossas correntes prateadas no pescoço, brincos enormes nas orelhas e tatuagens de gangas. Tudo isso no meio do Sertão em comunidades tradicionalmente podemos dizer “matutas”, onde a principal atividade é cuidar das galinhas, dos bondes e das ovelhas. Um contrate cultural que tem assustados os mais velhos que não conseguem entender o que está acontecendo com a garotada.
O crack tem gerado a violência dentro da família interiorana, roubo, furto e até homicídios de familiares. Os idosos tem sido as principais vítimas dos dependentes químicos, que para manter o vicio roubam, assaltam e até matam idosos nos sítios.
É preciso a formulação urgente de uma política de combate ao trafico do crack especialmente e a punição rigorosa dos traficantes, além do resgates dos dependentes dessa maldita pedra chamada crack.