O grande problema do funcionamento do Programa de Saúde na Família (PSF) no interior de Alagoas é a rotatividade da mão–de-obra dos profissionais de saúde. Os salários são os melhores, mas há sempre a busca de um melhor e basta um município oferecer R$ 100,00 a mais e médicos e enfermeiroso trocam de cidade.
A promotora Nideja Kaspari levantou um problema que existe, mas que nenhum gestor até agora havia tomado providência e como disse um consultor jurídico da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), foi até bom mesmo que houvesse a provocação para que ser dê uma solução ao problema.
Os médicos recebem 40 horas semanais, mais não trabalham as 40 horas. Na verdade a sobra fica como “gratificação” para segurar o profissional no município. Os prefeitos estão agora com um grande problema nas mãos e a solução está na verdade em Brasília, para onde viajou o presidente da entidade, o prefeito Abrão Moura.
O presidente da AMA buscou junto à bancada federal ajuda para interferir junto ao Ministério da Saúde e conseguir uma solução contábil para o problema. Enquanto isso os prefeitos solicitaram uma reunião com a promotora federal Niedja Kaspari para se chegar a um entendimento. Caso contrário os prefeitos ameaçam pedir descredenciamento do Programa de Saúde na Família.
PSF pode deixar de funcionar em Alagoas
24/03/2011, 16:43 - Mozart Luna
Por Redação
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