Pelejo ainda hoje para acreditar na existência da “gripe suína” e no que ouvia e lia a respeito, mas confesso que não consigo. E quanto mais pelejo, mais se reforça em mim essa desconfiança cívica que me leva ao ceticismo radical – eu não acredito em nada que é dito com estardalhaço.
Pandemia! Que pandemia que nada.
Somente o muito inocente acreditou na existência do “surto de gripe suína”, e de ordinário são inocentes que estavam desinformados ou desatentos pois não perceberam que antes eles tentaram emplacar a “gripe aviária” – que era transmitida pelas aves.
Conversa.
Deu-se a retração no consumo de aves e aumentou o consumo de carne de porco, aí eles inventaram a “gripe suína” – que foi para conter o consumo de milho.
Não é coincidência o foco da “gripe suína” ter sido localizado na fronteira com o Texas, onde estão as maiores pocilgas e os maiores criadores de porcos de México.
Disseram que a “gripe suína” foi controlada pela vacinação, mas é mentira porque no Brasil a maioria da população não se vacinou; e na Europa muitos Países não aceitaram a vacina.
Folgo em saber que estava certo, mas me preocupo porque muita gente apareceu dissertando sobre a “gripe suína” respaldada na autoridade do cargo que exerce – e estes são os “inocentes úteis” que influenciam.
Mas, a mentira tem lá suas verdades. Vejamos: com o boato o preço da carne de porco caiu; com o boato muita gente ganhou dinheiro vendendo máscaras e vacinas.
A “gripe suína” foi um golpe para tomar dinheiro dos otários. E tomou.