As declarações do deputado estadual Judson Cabral de que a Assessoria de Assuntos Institucionais do PT vai fiscalizar a atuação dos novos deputados estaduais eleitos não repercutiu bem junto aos neopetistas. Os parlamentares eleitos classificam essa atitude de patrulhamento ideológico, uma prática stalinista que durante o regime totalitário na União Soviética, nas décadas de 30 e 40 levou milhões de pessoas inocentes a morte no paredão de fuzilamento. Se o filiado do partido é perseguido dentro da legenda caberá a ele recorrer à Justiça para ter garantido o direito de mudar de legenda, afinal de contas estamos na democrática e não da antiga União Soviética, ou em Cuba de Fidel Castro.
Um desses neopetistas é o jovem deputado estadual eleito Marquinhos Madeira que não tem militância partidária, mas possui um grande relacionamento sadio com a juventude alagoana. Essa mesma juventude que cresceu em um regime democrático de liberdades.
Patrulhar ideologicamente, tolher, perseguir e pressionar os novos parlamentares não é uma prática que cabe mais em no Brasil de Todos do presidente Lula.