Em uma equipe de campanha política existem muitos integrantes importantes, que ajudam e colaboram para o sucesso do candidato, mas nesta eleição um profissional de comunicação se destacou tanto pelo entusiasmo como pela dedicação de corpo e alma: Carlos Rudney.
Rudney morava em Arapiraca e chegou a Brasília através da saudosa deputada federal Ceci Cunha. O talento desse comunicador o levou rapidamente ao cerimonial do Palácio do Planalto, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso e também à assessoria da Presidência do Senado Federal, com o senador Renan Calheiros.
O “gogó de ouro” que criou o jargão É Teo! É Teo!... Rudney que hoje reside em Brasília havia trabalhando na primeira campanha de Teo Vilela, mas foi convocado na época pelo senador Renan Calheiros, que conhece muito bem Rudney e sabe o pé quente que é ele. A vitória veio através da voz desse grande comunicador em 2006, quando todos pensavam que João Lyra já era o governador e se repetiu em 2010.
Passada eleição em 2006 nosso amigo voltou a Brasília e lá passou momentos muitos difíceis da sua vida e ali viu quem eram realmente seus amigos. Passou dificuldades, mas a discriminação, fruto de pré-julgamento foi o que mais machucou esse “cara”, que tem um coração de ouro. Lembro-me que em Brasília o encontrei junto a sua esposa, Patrícia, uma arapiraquense guerreira que até hoje, mesmo com toda responsabilidade que tem em seu trabalho no Senado Federal como funcionária, não se esquece dos afazeres domésticos. Uma grande mulher alagoana.
Os momentos difíceis se foram e graças ao seu trabalho superou as dificuldades e o exílio dos que se diziam seu amigo em Brasília. Convocado este ano pelo governador Teo Vilela, Carlos Rudney demonstrou toda sua humildade e consideração ao amigo tucano e veio para Alagoas, onde se dedicou a campanha, se tornando mais uma vez a voz da campanha, motivando e emocionando muitas vezes a multidão.
Rudney se transformou no mestre da comunicação de massa com sua voz, que incrivelmente não ficava rouca em momento algum, mesmo depois de um dia puxado de trabalho. O governador não abria mão da presença de Rudney, considerado quase que um amuleto de sorte e amigo confidente em outros momentos.
Agora o amigo Rudney se prepara para voltar a sua casa no Distrito Federal, onde trabalha na sua pequena empresa de comunicação produzindo documentários e material jornalístico para várias empresas e instituições públicas. Antes de partir quero sugerir para escreva um livro sobre as duas eleições que trabalhou e também para que busque passar essa sua experiência de comunicador aos jovens que estão iniciando o mesmo caminho.Sucesso amigo!