Talvez sejamos o único blogueiro se manteve firme no posicionamento de que a lei do ficha limpa antes de qualquer coisa deveria ter sido considerada nula, por ferir o rito processual do parlamento brasileiro, pois foi criada na Câmara, mas sofreu modificações no Senado onde sofreu modificações e não voltou para retificação na Câmara e terminou sendo sancionada pelo presidente.Outro argumentação é de que esta lei não pode ser aplicada para as eleições desse ano.e muito menos não pode retroagir para prejudicar.

Nossas afirmativas são baseadas em informações dadas por juristas experientes e também de fontes dos Tribunais em Brasília. Tanto assim que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a reconhecer que o caso do ex-governador Ronaldo Lessa é diferente e que a lei não retroage para prejudicar, contrariando um princípio básico do direito e por isso um voto favorável a ele já foi dado e logo em seguida um ministro pediu vistas do processo. Segundo os jornalistas que cobre aquela corte, dizem que Lessa tem tudo para ser absorvido, já que cumpriu a sua sentença. Tudo se resume a uma questão de justiça que se rege pela lei e não por questões pessoais.
Já no Supremo Tribunal Federal (STF) uma sessão  que se realiza amanhã poderá dar um veredicto sobre a validade da lei do ficha limpa, decretando que ela só terá validade para o pleito de 2012.


Neste contexto totalmente favorável ao ex-governador Ronaldo Lessa surge em meio ao processo eleitoral em Alagoas dois fatos políticos que fortalecem sua candidatura: uma foi o rompimento do deputado Antonio Albuquerque com o governador e a ida dele para o palanque do PDT. O outro fato político é o pedido de cassação da candidatura do senador Fernando Collor, pelo Ministério Público Federal (MPF), que está sendo julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (T R E).