E os prefeitos que compareceram ontem a sede da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), disseram que vão paralisar as obras que necessitem de contrapartida. A redução dos repasses deixaram as prefeituras sem caixa . Os prefeitos também não conseguiram realizar a reunião, ontem na sede da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA). A reunião seria para discutir um posicionamento sobre a redução dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e ICMS. Não houve quorum suficiente e parte da diretoria da estava mobilizada nas ações de atendimento as cidades destruídas pelas enchentes.
O presidente da AMA, Luciano Barbosa se encontrava com problemas de saúde e só compareceu na sede da entidade no final da tarde. Mesmo assim alguns prefeitos que compareceram a AMA, como Marcos Madeira, de Maragogi, Cristiano Matheus de Marechal Deodoro e Moacir Vieira de Pariconha comentaram a situação financeira em seus municípios.
O prefeito Marcos Madeira, por exemplo, disse que várias obras importantes como a urbanização da orla marítima da cidade vão ser paralisadas, porque não há recursos suficientes para as contrapartidas.
Os prefeitos queriam que ontem fosse elaborado um documento para cobrar dos governos federal e estadual esclarecimentos técnicos sobre as quedas dos recursos.
E as áreas para reconstrução das casas e cidades destruídas pelas enchentes começaram a serem definidas. Agora virá a parte mais delicada do processo que a escolha das empresas que vão abocanhar os milhões destinados as obras. As primeiras informações que colhemos é que a escolha será através da modalidade de carta convite, ou seja, o governo do estado vai “convidar” as empresas que vão trabalhar na reconstrução. Mais quais serão os critérios para esse convite? Bem somente o secretário de desenvolvimento econômico, Luiz Otávio é quem poderá responder.