O amigo internauta já observou que, aos pouquinhos, o noticiário
sobre a gripe suína está diminuindo? Nos jornais e nos portais a notícia sobre
a gripe suína está no pé de página e, na televisão, não abre mais o noticiário
com aquele estardalhaço dos primeiros dias.
Por que isso?
Porque não é gripe suína; é gripe Denorex – que parece, mas
não é. Escrevi no blog que o noticiário sobre a gripe suína não duraria um mês;
que dentro de um mês o assunto estaria encerrado, porque não há sinceridade
nisso. Todos os relacionados na estatística não passaram de simples suspeitos - suspeitos de quem? Da mídia, dos açodados?
Primeiro chamaram de gripe aviária – e não pegou; nem a
gripe, nem a denominação. Em seguida batizaram de gripe suína – que foi mais
forte, não a gripe, mas a denominação, mas também se descobriu que era um
espirro chinfrim.
O estardalhaço serviu para levar pânico aos incautos – que não
analisam antes a quem interessa semelhante notícia; serviu para desviar o foco
da crise financeira internacional causada por punguistas instalados em Wall Street; e serviu
para alavancar a indústria farmacêutica e de derivados – que recebeu encomendas
para produzir vacinas, máscaras, etc.
Cá pra nós: veio-me à idéia também o fato de os Estados
Unidos necessitarem urgentemente do milho para produzir Etanol. Os Estados
Unidos não querem milho para fazer ração para aves e porcos. Não é uma coincidência
o fato de chamarem inicialmente de gripe aviária e, em seguida, gripe suína?
Afinal, pense nos bichos para gostarem de farelo de milho...
E por que o foco foi localizado no México? Pense num País para consumir farelo de milho do Texas como ração para aves e porcos...