Coluna Labafero

“Algumas críticas são motivadas politicamente”, diz Claudia Petuba sobre Rei Pelé

Foto: Adaílson Calheiros / Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Cláudia Petuba

A Secretária Estadual de Esporte, Lazer e Juventude, Claudia Petuba, é a entrevistada deste sábado (25) no CadaMinuto. Entre diversos temas abordados pela reportagem, ela destacou as críticas recebidas sobre administração do Estádio Rei Pelé e atuação da pasta dentro do governo Renan Filho.

Petuba afirma que a secretaria sempre esteve aberta a sugestões e a participação de diversas entidades nas ações, mas lembrou que “obviamente que existem umas críticas que são desarrazoadas ou são motivadas politicamente. Algumas pessoas se aproveitam da agenda do estádio ou do esporte para querer fazer valer outros interesses políticos. Então esse tipo de crítica são as que não apenas contribuem para o trabalho, como fazem mal para o desenvolvimento do esporte como um todo."

E acrescentou: “todo início de ano eu chamo várias entidades para poder está participando. E eu sempre faço questão de perguntar quais são as sugestões que essas entidades e atletas fazem para que nós possamos melhorar dia após dia”.

Resultado das eleições em Arapiraca pode ser decisivo para a reeleição de Tarcizo Freire

Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Tarcizo Freire

Na contramão do processo político arapiraquense, o deputado estadual Tarcizo Freire (PP) resolveu apostar todas as suas fichas na gestão do prefeito Rogério Teófilo (PSDB) e em troca ganhou o comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, que atualmente tem como titular o advogado Carlos Lúcio, homem de extrema confiança de Tarcizo.

O deputado pepista foi o único deputado estadual a topar tal aposta, que poderá refletir diretamente em sua reeleição, ou não, no ano de 2022. 

Enquanto Rogério perdeu alguns dos seus mais importantes aliados, a exemplo do senador Rodrigo Cunha, do deputado federal Severino Pessoa e do deputado estadual Breno Albuquerque, Tarcizo segue firme e forte ao lado do prefeito tucano, cuja gestão ainda não se encontrou e amarga uma grande rejeição popular.

Semanas antes de ser “presenteado” com a secretaria municipal, Tarcizo não poupava críticas contrárias à gestão do prefeito Teófilo, que foi seu adversário político nas eleições de 2018.

Hoje, fiel escudeiro tucano, Tarcizo sabe que o fortalecimento do seu nome depende, e muito, de uma reviravolta positiva nesta reta final da gestão de Teófilo. 

Já se passaram 29 meses e restam apenas 19. Mas pra bom apostador, enquanto o jogo não termina a esperança da vitória não se apaga.

Veja como votaram os deputados alagoanos na retirada do Coaf da gestão de Moro

Foto: Poder 360 Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Sérgio Moro

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) a retirado do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança, comandado pelo ministro Sérgio Moro. Com a decisão, o Coaf passa para as mãos de Paulo Guedes, no Ministério da Economia.

A proposta de manter o Coaf no Ministério da Justiça foi rejeitada por 228 votos a 210 e representou uma derrota do governo, que defendia a manutenção do conselho subordinado a Moro.

Entre os parlamentares alagoanos, três votaram a favor de que o Coaf ficasse com Sérgio Moro: JHC (PSDB). Marx Beltrão (PSD) e Tereza Nelma (PSDB). Já os demais deputados, Arthur Lira (PP), Isnaldo Bulhões (MDB), Nivaldo Albuquerque (PTB), Paulão (PT), Sérgio Toledo (PL) e Severino Pessoa (PRB), votaram, contra o governo, para que o Conselho fique com o Ministério da Fazenda.

O Coaf é o órgão responsável pelo combate a fraudes financeiras e de lavagem de dinheiro. O texto que resultar da votação na Câmara ainda terá de passar por votação no Senado, antes de ser enviado para sanção do presidente da República.

Em declaração a imprensa, Moro lamentou a derrota e agradeceu aos 210 deputados que votaram a seu favor.

 

 



 

Ministro diz que manifestação pró-Bolsonaro “é inusitada” e lembra era Collor

Foto: Nelson Jr./SCO/STF Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Ministro Marco Aurélio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello questionou as manifestações em favor de Jair Bolsonaro, que estão programadas para acontecer em todo o país neste domingo, dia 26.

Segundo o ministro, o governo não precisa de defesa. Para ele, a mobilização popular geralmente acontece para reivindicar ou reclamar de alguma coisa. Mas, em declaração ao site Jota, o magistrado reforçou que não concorda com a manifestação “para dar apoio ao governo, não vejo num estado democrático essa necessidade. É inusitado”.

Fazendo o link com o passado, Marco Aurélio lembrou ainda que, quando seu primo, Fernando Collor era presidente chamou a população para ir às ruas de verde e amarelo, mas o que se viu foi um mar de caras pintadas e blusas pretas.

Será que vai ter um “remake”?  

Renan Filho está entre os governadores que assinaram carta contra decreto de armas

Foto: Cortesia Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Renan Filho

O governador Renan Filho está entre os governadores de 13 Estados que divulgaram uma carta aberta contra decreto de armas de Bolsonaro.

A carta aberta afirma que o decreto vai aumentar a violência no país. Na carta os governadores e mais o Distrito Federal afirmam que "as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar os estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência, aumentando, por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos”.

Confira a carta abaixo: 

Carta dos Governadores sobre o Decreto Presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e a Regulação Responsável de Armas e Munições no País

Como governadores de diferentes estados do país, manifestamos nossa preocupação com a flexibilização da atual legislação de controle de armas e munições em razão do decreto presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e solicitamos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União que atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país.

Sabemos que a violência e a insegurança afetam grande parte da população de nossos estados e que representam um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano e econômico do Brasil. Nesse contexto, a grande disponibilidade de armas de fogo e munições que são usadas de maneira ilícita representa um enorme desafio para a segurança pública do país e é preciso enfrentá-lo.

Por essa razão, é urgente a implementação de ações que melhorem a rastreabilidade das armas de fogo e munições durante toda a sua existência, desde sua produção. Também é fundamental aumentar os meios de controle e fiscalização para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime. Reconhecemos que essas não são soluções mágicas, mas são condições necessárias para a melhoria de nossa segurança pública.

Diante deste cenário, e a partir das evidências disponíveis, julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias.

As soluções para reverter o cenário de violência e insegurança no país serão fortalecidas com a coordenação de esforços da União, Estados e Municípios para fortalecer políticas públicas baseadas em evidências e para implementar o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, fortalecendo a prevenção focalizada nas populações e territórios mais afetados pela violência e a repressão qualificada da criminalidade.

Reforçamos nosso compromisso com o diálogo e com a melhoria da segurança pública do país. Juntos, podemos construir um Brasil seguro para as atuais e futuras gerações.

"Nem ele mesmo sabe que está presidente", diz Ângela Garrote sobre Bolsonaro

Foto: Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputada Ângela Garrote

Em seu discurso sobre a saúde durante a sessão especial sobre a Atenção Básica, a deputada estadual Ângela Garrote (PP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda não “sabe que está presidente do Brasil”.

A deputada disse que está pedindo a Deus para aprender a confiar no cidadão que ela não confiou, referindo-se ao Bolsonaro.

“Nem ele mesmo sabe que está presidente do país, nem ele mesmo aterrissou...imagine a situação da saúde e da educação que o nosso país está vivendo”, finalizou Garrote.

Casamento de Carlinhos Maia e Lucas Guimarães será transmitido ao vivo

Foto: Reprodução/Instagram Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Lucas Guimarães e Carlinhos Maia

O casamento do influenciador alagoano Carlinhos Maia com Lucas Guimarães será transmitido ao vivo pelo Instagram.

A cerimônia está marcada para esta terça-feira (21), em Piranhas, no sertão de Alagoas e vai receber vários influenciadores digitais e artistas nacionais.

O casamento será transmitido às 16h30. O anúncio foi feito pelo próprio Carlinhos Maia que afirmou querer dividir esse momento com os fãs.

Deputado quer saber qual o tamanho do estrago na Arsal...

Vinícius Firmino/Ascom ALE Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Deputado Bruno Toledo

O deputado estadual Bruno Toledo (PROS) quer saber do novo presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal) o que aconteceu no órgão nos anos de 2018 e 2019.

Em ofício encaminhado a Medeiros, que acabou de assumir o cargo, o parlamentar solicitou o encaminhamento dos relatórios de gestão referentes a esses dois anos, que possam “explanar acerca das problemáticas, causas, consequências, soluções e metas de trabalho” a respeito da Arsal.

Em outras palavras, quer saber a extensão da bagaceira.

Bolsonaro veta turismo LGBT em Plano Nacional e Marx Beltrão reprova corte

Agência Câmara Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Marx Beltrão

De todo o dinheiro que circula no turismo mundial, 15% vem do turismo LGBT. E mais: cerca de 10% dos turistas do mundo são simpatizantes ou membros da comunidade LGBT, segundo estudos nacionais e internacionais.

Sabendo desta importância econômica, o Plano Nacional do Turismo, concebido durante a gestão do deputado Marx Beltrão (PSD) no Ministério do Turismo, apresentava um item de estímulo a ações de turismo voltadas a este público. Mas na semana passada, o presidente Bolsonaro republicou o Plano como decreto e, para surpresa do setor em todo o país, vetou o trecho que fazia menção aos LGBTs.

Nesta segunda (20) Marx criticou com ênfase a postura do governo. “O governo precisa entender que ver ideologia em tudo e promover a segregação não construirão um país melhor. E no caso do turismo LGBT, vetar este item no Plano Nacional do setor é um tiro no pé do turismo, segmento da economia que precisa de estímulo ao desenvolvimento com atração de mais visitantes” criticou o parlamentar.

OAB/AL critica medida do Governo Federal de anistiar dívidas de partidos políticos

Assessoria Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Sede da OAB/AL

Com o anúncio do Governo Federal sobre a anistia da dívida dos partidos políticos, a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas afirmou que analisa como preocupação esse indulto, principalmente para os partidos que não investiram em campanhas com a participação de mulheres.

No Diário Oficial da União, desta segunda-feira (20), o governo publicou a alteração da  Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995 (Lei dos Partidos Políticos), a fim de assegurar autonomia aos partidos políticos para definir o prazo de duração dos mandatos dos membros dos seus órgãos partidários permanentes ou provisórios.

Veja nota na íntegra:

A OAB-AL manifesta preocupação com a possibilidade de anistiar dívidas de partidos que não investiram em campanhas com a participação de mulheres. Uma democracia forte pressupõe a representação efetiva e plural, razão pela qual a anistia significa um retrocesso a sistemas efetivos de incentivo à participação feminina no processo eleitoral e político brasileiro. A OAB-AL reitera seu compromisso com a pauta de igualdade gênero.

 

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